Dia da mães….

Família Marote gosta de se reunir, comer e beber bem… Queijinho da Serra da Estrela, queijo azul e brie na entrada.. Tender no almoço e o melhor, as bebidinhas:

CHAMPAGNE DEUTZ BRUT – MAISON LAFITE .

Champagne verdadeiro, ou seja, de Rheims… E um dos bons.. Depois de beber fui ler um pouco mais:

O BRUT CLASSIC é um típico exemplo da ‘assemblage’ para manter ano após ano, uma qualidade e um estilo constantes. Todos os anos, uma proporção importante de vinhos provenientes de colheitas anteriores ditos ‘vinhos de reserva’ é incorporada à cuvée na proporção de 20 a 40% no intuito de alcançar esse objetivo. A harmonia do BRUT CLASSIC se deve a um excepcional Maturação de no mínimo 30 meses sobre borras, à qualidade de suas uvas (97% oriundas dos grandes crus champagneses), à seleção de tais crus (de 20 a 30), todos provenientes do coração da Marne, à utilização de vinhos de primeira pressão e ao justo equilibrio entre as três grandes uvas da região de Champagne: PINOT NOIR (1/3); PINOT MEUNIER (1/3) e CHARDONNAY (1/3).

Ele é Brut e está mais para seco do que demi-sec. Refrescante na boca e sem amargor algum.

Vinho tinto seco australiano CAPE MENTELLE – SHIRAZ 2005

A tampa de rosca esconde um vinho espetacular. Fácil de beber, os taninos estão macios e elegantes. Acompanhou bem o tender com um molho com especiarias.

Esse era um dos meus filhos queridos, guardado desde setembro do ano passado para uma ocasião especial:

Château Poujeaux – safra 2000

O meu primeiro grande Bordeaux… Quero dizer, nem sei se é tão grande assim, sei é de Médoc e o produtor foi recomendado por Hugh Johnson… E é um dos poucos bem classificados.

Minhas sensações, um vinho muito elegante, os taninos não agridem e a acidez pede uma carne com um molho mais pesado ou queijos fortes… Não é um vinho fácil de beber como o primeiro, mas muito mais complexo.

Agora estou começando a entender o que alguns vinhos húngaros de Villány e Szekszárd buscam como referência..

“Situé au cœur du Médoc, entre Margaux et Saint-Julien, l’appellation Moulis bénéficie d’un terroir exceptionnel. Authentique aristocrate des grands crus médocains, cru classé déguisé en bourgeois, Château Poujeaux jouit d’un très grand prestige.

Connu dès le XVIème siècle, sous le nom de la Salle de Poujeaux, dépendance de l’actuel Château Latour, le Château Poujeaux, acheté en 1806 par Monsieur Castaing fut divisé en trois en 1880.

Depuis 1921, la famille Theil est impliquée dans Poujeaux et le vignoble a été réunifié sous la direction de Jean.

La volonté de produire de grands vins est la philosophie qui prime à Poujeaux. Situé au cœur du Médoc, entre Margaux et Saint-Julien, l’appellation Moulis bénéficie d’un terroir exceptionnel.

Désormais, les sept enfants ont créer SA Jean Theil et des investissements considérables ont été faits : rénovation complète des chais, régulation des températures, vieillissement en barriques neuves, sélections de plus en plus rigoureuses : le souci de qualité prônant avant tout !

Château Poujeaux occupe 52 hectares d’un seul tenant sur les plus belles croupes de graves garonaises de Günz, qui favorisent un excellent drainage sur un fond calcaire, sol de prédilection des plus Grands Crus Classés de la région.

Le vignoble est planté en Cabernet Sauvignon à 50%, Merlot à 40%, Petit Verdot à 5%, et Cabernet Franc à 5%. Les raisins proviennent de vignes, dont la moyenne d’âge est de 30 ans.”

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